quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

E se vos perguntarem # 2

Como é a vossa relação com as chefias? Existe um diálogo aberto? O gestor ouve as vossas sugestões? Preocupa-se com as condições de trabalho? Interessa-se por perceber se a vida familiar é harmoniosa e estável?

2 comentários:

  1. Oi Rita.. bom onde eu trabalho existe até uma certa preocupaçao quanto ás condiçoes de trabalho e a vida pessoal do funcionario.
    Reza uma lenda lá no trabalho que uma vez um gerente foi premiar um de seus funcionários pela performance com 2 passagens para a Disney e durante toda a reunião de premiaçao repetia: 'Para voce e sua esposa!!""para voce e sua esposa" . E o funcionario muito sem graça disse mas eu me separei.
    Dizem que o tal gerente tomou uma bronca homérica por nao saber da vida pessoal de seu time. Nao sei se é verdade mesmo, mas se fosse estaria bom não é mesmo?
    Enfim acho raro as empresas se preocuparem com isso.Querem saber da produçao. Em certos casos chegam a dizer que seus problemas devem ficar do lado de fora. Quanto a levarem em conta as nossas sugestoes isso depende de varios fatores. Como a maturidade do chefe. Tem chefe que se sente ameaçado por exemplo quando ve no funcionario capacidade de gestao e liderança. Enfim, mas numa maneira geral acho que nao posso me queixar tanto. Beijinho

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  2. Bom dia Alessandra! Muito obrigada por partilhares de novo a tua experiência! É muito bom ter feedback!
    O facto de as empresas (seus gestores e administradores) se preocuparem com a vida pessoal dos trabalhadores é um aspeto positivo. Na minha opinião além de melhorar as condições de trabalho, pois os trabalhadores sentem a empresa como uma extensão da família, reduz o absentismo, o que é muito importante para as organizações.
    Também fui educada a deixar os problemas do lado de fora da porta da empresa, mas isso nem sempre é possível. É importante que as empresas cuidem de ter um bom departamento de recursos humanos que escute e apoio os colaboradores, ou seja que lhes preste atenção também ao nível emocional. A ideia de que o homem é um complemento da máquina foi abolida no início da década de 30 do século passado, é evidente que infelizmente com a crise que agora vivemos, parece que essa realidade emergiu e suplantou tudo o que outros autores entretanto consideraram importante, como as necessidades emocionais dos colaboradores, por exemplo. Afinal, quanto mais atenção recebermos por parte dos nossos superiores hierárquicos, quanto mais estes se preocuparem com o nosso bem estar físico e emocional no local de trabalho, é garantido que mais produziremos. Não estou com isto a defender que andem connosco nas palminhas! Mas sim, um pouco de preocupação ajudará a equilibrar a balança e todos ganharão! Ganhará o empregado por se sentir mais satisfeito no local de trabalho, e ganhará a empresa por ter colaboradores motivados, que cumprem com a pontualidade e assiduidade. Com certeza que os níveis de produtividade melhorarão.
    Ás vezes a solução não passa por contratar novos ou mais colaboradores, mas sim tratar melhor os que já estão na organização e que sentem os seus valores.
    Espero ter ajudado mais um bocadinho! :)

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