sábado, 23 de novembro de 2013

Porque motivo as nossas organizações funcionam menos bem

Ontem, em conversa com o marido, comentei que acho que são frequentes as conversas desmotivadoras entre os amigos e familiares, relativamente aos patrões. A maioria não sente a empresa e entende que o objetivo primordial da entidade patronal é o lucro, sem olhar às necessidades emocionais dos colaboradores. E, como o lucro é do patrão e não do empregado, o empregado (isto claro, excluindo as empresas que recompensam monetária ou emocionalmente os colaboradores. Estas empresas existem!) tende a sentir uma certa revolta (inveja?).
Não querendo defender a entidade patronal, mas pretendendo que a rotina do trabalho seja o menos pesada possível, tento sempre transmitir uma visão mais positiva. Gosto de transmitir que ao trabalhar garantimos que no final do mês seremos recompensados pelo nosso esforço, pela nossa capacidade de trabalho, o conhecimento, competência e habilidade com que "financiámos" a entidade patronal nos últimos 22 dias úteis da nossa vida.
É, ou não é uma relação de interesses? O patrão precisa de nós para alcançar os objetivos industriais e nós, precisamos do trabalho, para financiar os objetivos pessoais. 
Sabem a conclusão a que cheguei? A entidade patronal não nos transmite conveniente e frequentemente a sua visão. Não nos envolve na vida da empresa, limita-se a exigir do empregado com o argumento de que é quem paga o salário. 
Sabem qual é a visão da vossa empresa?

1 comentário:

  1. O problema é a falta de diálogo e a falta de incentivos.
    Ser patrão, é ser um líder... e mts patrões não o sabem ser...liderar não é mandar!

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